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Princípios essenciais da comunicação visual

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Publicado por guiadeinvestimento.com.br em DICAS · 9 Janeiro 2021
Princípios essenciais da comunicação visual

Todo mundo já deve ter ouvido falar que “uma imagem diz mais que mil palavras”, não é mesmo? Mais recentemente o que se afirma é que os vídeos dizem mais que mil imagens, o que também só confirma o papel da comunicação visual.

De fato, as marcas, empresas e mesmo instituições como ONGs, governos e afins, não podem conseguir sucesso e sinergia com o seu público-alvo sem um trabalho muito sólido acerca da comunicação visual.

Ou seja, ela deve estar presente tanto em material para merchandising e qualquer outra peça evidentemente visual, quanto em decisões mais profundas e abrangentes, que parecem não depender dela.

No limite, ela ainda precisa refletir não apenas a identidade visual da marca, mas também a identidade verbal, criando uma harmonia que tem vários níveis de realização. Ou seja, a própria filosofia do empreendimento faz parte de tudo isso.

Quanto maior for um projeto, e quanto mais gente estiver envolvida na realização, maior vai ser o público almejado, certo? Também assim, quanto maior for o público, maior vai ser a responsabilidade de comunicar uma mensagem clara e coerente.

Imagine se uma grande marca (uma multinacional com sede em vários países), não soubesse fazer uma comunicação visual eficiente. Poderia ser uma verdadeira tragédia, concorda? Basta isso para vermos a importância deste tema.

Por exemplo, uma grande rede de fast food não pode decidir a simples cor dos seus canudos reutilizáveis sem discutir várias questões de branding e de marketing, que dizem respeito à identidade verbal e visual do negócio.

Acima de tudo isso e da assertividade, ainda existe a questão da eficiência comercial. Afinal, certamente não adiantaria de nada ter grandes ideias, se a marca simplesmente não conseguisse fortalecer seu nome e trazer cada vez mais clientes.

Aí é que entram os princípios essenciais da comunicação visual. Por isso, decidimos escrever este artigo, trazendo alguns conceitos básicos e dicas práticas que podem ajudar qualquer um a colocar essa estratégia em prática.
Os vários princípios que devem guiar esse esforço são os seguintes:

  • O princípio da legibilidade;
  • O princípio das cores;
  • O princípio da unidade visual;
  • O princípio da tipografia;
  • O princípio da organização;
  • O princípio das hierarquias.

Já as dicas mostram como fazer aplicação de cores, de tipografia, de proporções e até de ocupação de espaços, como também veremos.

Então, se você quer aprender muita coisa bacana sobre o universo da comunicação visual, basta seguir adiante na leitura.

Afinal, qual é o papel das cores?
O princípio das cores nada mais é do que uma imposição da lógica e da harmonia existente na própria natureza. Pode parecer meio filosófico, mas se repararmos em plantas, animais e até nos planetas, vamos ver que tudo tende a seguir uma coerência visual.

Por isso mesmo, imagine quando os profissionais vão montar uma cenografia para eventos, qual não é a importância de levar cada elemento presente em conta, desde as cores até as formas e proporções, não é mesmo?

Mas não pense que isso vai impor limitações demais a um projeto. É possível, por exemplo, fazer algo disruptivo, que mistura cores contrastantes, e mesmo assim manter uma harmonia superior coordenando o esforço.

Caso a escolha seja ir pelo mais convencional, o indicado para uma composição cromática é escolher uma cor primária como elemento principal, e duas ou três cores vizinhas, que são aquelas de tons mais claros ou mais escuros na paleta.

Dicas práticas sobre escolha de cores
O papel das cores é simplesmente dar força a uma comunicação, e quanto isso é feito com base nesse “princípio da cor”, o projeto funciona muito melhor. Também é aqui que entra o “princípio da unidade visual”, referido acima.

Trata-se, justamente, de “estar na mesma página”, de falar a mesma língua. Quando você faz a impressão de banner, mesmo sem ser especialista na área, é claro se a cor do texto ficou bacana quando contraposta à cor das imagens, não é verdade?

O incrível da comunicação visual é isto mesmo: qualquer ser humano percebe alguns princípios estéticos básicos, que são universais. Por exemplo, cores quentes chamam atenção, e podem até despertar a fome, como o vermelho e o amarelo.

Já as cores frias costumam transmitir um perfil mais sênior, como o marrom e o verde escuro, muito comuns em escritórios de advocacia, que precisam passar uma seriedade e uma idoneidade enormes, já que vão lidar com questões mais sérias.

Outra dica é não abusar da paleta. O indicado é nunca ir além de cinco cores, sendo o ideal não passar de duas ou três (com aquela variação entre tons). Também é importante se lembrar do conceito de “poluição visual”.

Assim, uma empresa de facilities que preste serviços de higiene, certamente vai conseguir uma comunicação visual melhor se utilizar alguns poucos tons claros, como tons de azul, que sugerem limpeza e harmonia.

Afinal, as cores servem como suporte para a mensagem, e não para negá-la ou mesmo disputar atenção com ela. Se você usa um tom muito forte para passar uma mensagem amena, certamente vai haver essa “briga por atenção”, o que seria ruim.

A escolha das texturas segue no mesmo sentido, lembrando que elas também podem estar presentes na arquitetônica, que é outro elemento da comunicação visual de uma marca, desde que ela tenha estabelecimento físico.

Sobre tipografia e legibilidade
Esses dois princípios estão envolvidos de algum modo. A parte tipográfica remete às letras da comunicação visual. Lembrando que elas também são discutidas desde o branding e a fundação da marca, precisando exprimir a “alma do negócio”.

Tal como as cores, a tipografia também tem elementos que são universais, como o fato de que letras arredondadas puxam para o entretenimento, o tom informal e as marcas mais descoladas. Ao passo que formas retilíneas são mais sérias e carregadas.

Também aqui vale a questão da quantidade: mais do que duas fontes seria uma dispersão de trabalho e certamente geraria confusão na comunicação visual. Fora isso, as dicas são as de escolher algo legível e claro em sua proposta.

Qual o alcance do princípio de legibilidade?
Ao falar da tipografia é que entra o “princípio de legibilidade”. Com o detalhe de que ele não se limita apenas à escrita, que obviamente precisa ser legível.

Ele também pode indicar um conceito abstrato como o fato de uma foto ser ou não legível, isto é, conseguir transmitir claramente a ideia principal.

Se você trabalha com sacolas para lojas, certamente uma foto que vá atrair os clientes precisará focar de algum modo as sacolas, concorda?

Se houvesse qualquer outro elemento chamando mais atenção (uma joia, um veículo ou um computador), poderíamos dizer que o princípio de legibilidade foi prejudicado.

Por dentro do princípio de hierarquia
Tudo na vida precisa de uma hierarquia, não é mesmo? Algumas pessoas podem até levar a questão para o lado filosófico, ou mesmo defender uma postura um pouco anárquica, mas a verdade é que mesmo nesses casos a hierarquia permanece.

Se você vai fazer uma exposição defendendo a anarquia, por exemplo, ela vai ter começo, meio e fim, correto? Além disso, você vai enfatizar algumas palavras mais do que outros, e daí em diante.

O exemplo é bom, pois nisto consiste metade do esforço de hierarquizar uma comunicação visual. Sendo que nela existem mais elementos que podem ajudar, tais como:

  • Os tons das cores;
  • Sombreamentos e efeitos;
  • Os planos explorados;
  • A posição dos elementos;
  • Destaques nas letras;
  • Negrito, itálico, sublinhado;
  • Entre outros recursos.

Assim, imagine que a comunicação visual seja sobre um software de sistema para loja. Hierarquicamente, o que é mais importante naquela peça ou campanha?

Como o público-alvo é composto de técnicos e pessoas especializadas nesse tipo de programa, o apelo não vai ser tanto em imagens e fotos, mas provavelmente no conteúdo, na escrita, na tipografia, etc.

Se o software é uma versão definitiva de um beta que saiu anteriormente, é possível destacar isso em negrito, junto trabalhando algum efeito ou sombreamento, bem como os planos e a posição dos elementos.

O papel da coesão e da organização
Muito parecido com a questão da hierarquia, o princípio de organização que citamos lá em cima vai numa direção levemente diferente: em vez de servir à coerência ou à harmonia apenas, ele serve àquilo que é agradável.

De fato, concordâncias estruturais e visuais podem, se pensadas com coesão, gerar um efeito agradável em quem contempla aquela comunicação visual. O maior exemplo disso é o do uso de espaços vazios.

Imagine que a marca trabalha com compra de sucata. Em vez de usar uma foto de um galpão cheio de sucatas, o que poderia poluir o visual, você pode simplesmente fazer um fundo todo branco, com uma latinha amassada no meio.

Pronto, isso chamará muito mais atenção e vai ser muito mais agradável, conforme a lição da coesão e da organização.

Com isso, vemos como essas dicas e princípios essenciais podem melhorar e muito a comunicação visual de qualquer marca ou organização.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.




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